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Fotos: Francisco Oliveira
Carnaval
Batalha das Flores e Festas da Amendoeira
Embora os festejos de Carnaval se tivessem assinalado por antiga tradição sempre com grande adesão em Portimão, entre 1951 e 1958 (excepto em 1956), estas festividades, desta feita organizadas por uma Comissão, tiveram a sua expressão máxima, chegando a competir com o Carnaval de Loulé, o mais antigo do país.
O corso carnavalesco e batalha de flores desfilava junto à zona ribeirinha da cidade num recinto fechado que atraia milhares de forasteiros que esgotavam as mais caras e as mais simples ofertas de alojamento até Monchique.
Empresas e coletividades faziam-se representar em carros alegóricos alguns deles de estilo mais popular outros de recorte artístico mais elaborado como os que Júlio Bernardo concebia. O bairrismo e o orgulho na organização das festas carnavalescas eram expressos nos generosos donativos e na quantidades de carros alegóricos aprovados em sessão camarária que chegaram a atingir os 40.
Francisco Oliveira, enquanto sócio do Boa Esperança, também fez parte de um grupo organizador das festividades carnavalescas, conhecida por “Comissão dos 13”. Segundo ele, o rei e a rainha (homem travestido) do carnaval e o seu séquito iniciaram num daqueles anos, uma curta viagem no apeadeiro de Montes de Alvor e sairam na estação de Portimão, onde eram esperados por uma multidão, encenando assim uma chegada espetacular à cidade.






