
Oliveira visita a sua exposição. Foto: coleção particular de Manuel Mendonça.


Exposições e Homenagens
Memórias do Passado (Portimão, 1945-1970)
EMARP - Empresa Municipal de Água e Resíduos de Portimão (16.11.2006)
"Nesta exposição, está documentada muita da vida de Portimão, entre os anos de 1945 e 1970. São pessoas, paisagens, o pulsar de uma terra sujeita a muitas transformações e de que resta a memória, que homens como Francisco Oliveira, o “Oliveira Fotógrafo”, souberam preservar.É Portimão onde os prédios mais alto são as igrejas, a descarga do peixe na muralha, a Praia da Rocha com as falésias iluminadas, a Fortaleza com apenas quatro carros estacionados, a sociedade a banhos na praia, a capela da Quinta do Amparo no meio do campo, os carros alegóricos do Carnaval, o insólito de um nevão no Algarve, os estaleiros, as traineiras e as enviadas, a muralha, o Cine-Teatro, os chalets e a carrinha para a praia, o trabalho nas fábricas de conserva, a Praia do Vau, o “Annalisa” naufragado na Rocha, a inauguração da Central Eléctrica, a procissão de Santa Catarina...Esta exposição também é possível graças ao advogado Carlos Bicheiro, que gentilmente cedeu as fotos pertencentes à sua colecção particular." In http://www.emarp.pt/
Portimão sob o olhar de um fotógrafo, por Oliveira Fotógrafo
Casa Manuel Teixeira Gomes (01.09.2010)
Exposição de fotografia a preto e branco dos anos 1945 a 1970.
Câmara Municipal de Portimão – Divisão de Acção Cultural


Uma Cidade, 2 Fotógrafos
Museu de Portimão (17.12.2011)
"Através da fotografia, Júlio Bernardo e Francisco Oliveira, revelam-nos os seus diversos modos de olhar Portimão, durante a década de 50 até aos finais dos anos 70 do século XX. Instantes da vida quotidiana da cidade, pormenores dos espaços e formas da paisagem humana, testemunhos do constante movimento de uma época, que agora são devolvidos à cidade. A importância dos trabalhos destes fotógrafos, é revelada na presente exposição, a qual nos permite apropriar de um outro tempo, perceber melhor a identidade de Portimão e tornar visíveis referências desaparecidas da nossa memória colectiva.Esta exposição na qual se reúne uma parte do vasto espólio fotográfico adquirido pelo Município de Portimão, e conservado no Museu de Portimão, mostra-nos igualmente o estúdio de Francisco Oliveira e excertos do filme "Há peixe no Cais " de Júlio Bernardo, bem como os aspectos que caracterizam e diferenciam estes dois fotógrafos que escolheram Portimão para viver e trabalhar. Patente na Sala de Exposições Temporárias do Museu de Portimão e com entrada livre (...), numa organização da Câmara Municipal, através do Museu de Portimão."
(Câmara Municipal de Portimão, Nota à Imprensa, 13.12.2011)
Projeto "A Arte Como Libertação do Espírito”
Exposição coletiva, conversas, música, artes performativas com o denominador comum de que todos os contributos pertencem a artistas portimonenses.
Casa Manuel Teixeira Gomes (agosto/setembro de 2013)
Câmara Municipal de Portimão – Divisão de Acção Cultural

Medalha de “Mérito Municipal, Grau Prata”.
Câmara Municipal de Portimão (11.12.2005)
Entrega da medalha na CMP. Foto: Miguel Veterano/Arquivo Municipal da CMP.

O Clube Boa Esperança convidou o seu sócio honorário n.º 1 para soprar as velas na comemoração dos 80 anos de existência da coletividade (09.05.2009)
Oliveira em 2009 com Carlos Pacheco, Isilda Gomes e Ana Figueiredo sopra a vela dos 80 anos do Clube. Foto: arquivo pessoal de Francisco Oliveira.

O Clube ROTARY (17.10.2005) oferece ao fotógrafo uma salva de prata num jantar no Hotel da Penina em onde pode ler-se: "Homenagem ao Sr. Francisco Oliveira Pelo seu sentido de ética e pelos serviços profissionais prestados à comunidade
Rotary Clube de Portimão".
A homenagem foi organizada por alguns comerciantes estabelecidos na rua 5 de outubro, segundo a versão do sr. Carlos, dono do café Xanadu, ali estabelecido desde 1987.
