


Retratos das duas esposas: Maria Emília e Joaquina Gonçalves.
Memórias
Muitas histórias de uma vida rodeada de amigos, que foram partindo demasiado cedo, poderão ser publicadas um dia. Na alquimia da fotografia e na proximidade nas pequenas intimidades de tantas gerações de portimonenses não faltam as pitorescas histórias que a memória guarda com graça e afeto.
Depois de muitos anos de trabalho e divertimento numa cidade de múltiplas ofertas de convívio nas sociedades recreativas, Oliveira aos 52 anos (1971) casa com Maria Emília da Glória Duarte de Oliveira, empregada na Casa Inglesa, em Portimão, enviuvando em 1983.
Voltou a contrair matrimónio com Joaquina Gonçalves Leitão Oliveira, em 1986. Esta segunda esposa vem a falecer em 2007.
Em 1982, o casal Oliveira viajou pelo mundo: China, Líbia, Filipinas, Tailândia, Bering, Japão, Macau, etc. Anos antes, fez pequenas viagens a Espanha, França, Suíça, Marrocos, Holanda e Itália. Com a segunda mulher não viajava para destinos distantes porque ela tinha medo de viajar de avião. Limitava-se a pequenos passeios a Espanha.
Teve quatro automóveis das marcas Opel, Vauxhall, Simca e um Peugeot 305, na posse do seu sobrinho João Lagos.



Dois dos automóveis de Francisco Oliveira: Simca e Peugeot 305.
Ao lado de seu irmão Joaquim Lagos em 1971. Foto: arquivo pessoal de Jorge Lagos
