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Estômbar nos anos 30. Foto de Júlio Bernardo (coleção particular de Manuel Mendonça).

Atual rua Coronel Manuel Gregório Rocha, antiga rua por detrás da igreja matriz de Estômbar. Terá sido neste rua que Francisco Oliveira nasceu e morou até aos quatro anos. Foto: Carlos Osório  (2014).

D. Maria das Dores, mãe do fotógrafo, com cerca de 23 anos. Foto: arquivo familiar de Francisco Oliveira.

Infância

Francisco Oliveira nasceu às 11h00 do dia 25 de julho de 1918, em Estômbar, uma aldeia do concelho de Lagoa.

Seu pai, António Simplício, tinha 39 anos era natural de Palmela, concelho de Setúbal e trabalhava como limpador de máquinas, nos Caminhos de Ferro. Sua mãe chamava-se Maria das Dores, natural de Estômbar, era doméstica e tinha vinte anos. 

Com apenas um ano de idade, o pequeno Francisco fica órfão de pai, vítima de pneumónica. As grandes dificuldades económicas obrigam a família a procurar oportunidades na florescente Portimão, elevada a cidade em 1924 pelo seu filho ilustre, Manuel Teixeira Gomes.

 

Em 1922, sua mãe casa de novo com Joaquim de Lagos um trabalhador da Conserveira Bivar & C.ª: A nova família vive precariamente junto à fábrica e, pouco tempo depois, muda-se para uma casa na rua de S. Pedro (antiga estrada de Lagos), ao pé da passagem de nível da CPAqui viveu vários anos com o padrasto e a avó materna.

 

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Rua de S. Pedro, em Portimão, junto à passagem de nível. Foto: Carlos Osório (2014).

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